Google Chrome marca sites como ‘NÃO SEGUROS’ desde julho de 2018

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por Emerson Morais

Sócio-fundador e Head de Novos Negócios do Grupo Starten. Atua há mais de 20 anos na estruturação de marcas, posicionamento estratégico, automação comercial e crescimento previsível orientado por dados. Publicitário e jornalista, atua como consultor estratégico e mentor de negócios para empresas e líderes que tratam comunicação como decisão de negócio.

Medida busca chamar atenção sobre as páginas web que não utilizam conexões criptografadas HTTPS para o tráfego entre os servidores e usuários.

O Google desde o mês de julho de 2018  começou a cumprir uma promessa feita em 2016 de que o seu navegador Chrome teria um alerta em todos os sites que não criptografam o tráfego

A partir de julho de 2018, com o lançamento do Chrome 68, o Chrome passou a marcar todos os sites HTTP como ‘não seguros’”, afirmou a gerente de segurança de produtos do Chrome, Emily Schechter, em um post feito no blog da companhia.

ssl site seguro - Agência Starten Comunicação

Site da Wide Comunicação com SSL (HTTPS)

A partir desse período, o Chrome vai inserir um anúncio com os dizeres “Não Seguro” (“Not Secure”) na barra de endereço de todos os sites que usarem conexões HTTP entre os seus servidores e os usuários. Enquanto isso, os sites que utilizam HTTPS para criptografar o tráfego terão as suas URLs exibidas normalmente na barra.

A campanha do Google para marcar os sites HTTP como inseguros teve início em 2014, com a empresa ampliando os seus esforços em setembro de 2016, quando anunciou que o Chrome 56 iria destacar as páginas web que não criptografam os campos para o preenchimento de informações como senhas e dados de cartão de crédito. O Chrome 56 chegou ao mercado em janeiro de 2017, e desde então começou a aplicar esse aviso “Não Seguro” nos sites que não criptografam esses campos de dados citados acima.

Esse trabalho em favor do HTTPS – apoiado pelo Google e outras empresas, como a Mozilla, responsável pelo Firefox – realmente funcionou, segundo Schechter. De acordo com ela, 81 dos 100 principais sites atuais usam HTTPS por padrão. Além disso, 68% do tráfego do Chrome no Windows e no Android e 78% do tráfego do navegador no macOS e no Chrome OS já são criptografados. Esse é um aumento significativo em relação a setembro de 2016, quando metade de todos os carregamentos de página via desktop pelo Chrome eram realizados por meio de HTTPS.

Eventualmente, esse aviso de “Não Seguro” do Chrome será acompanhado por um ícone de perigo na cor vermelha.

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