Marketing Digital VS Coronavírus

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por Emerson Morais

Sócio-fundador e Head de Novos Negócios do Grupo Starten. Atua há mais de 20 anos na estruturação de marcas, posicionamento estratégico, automação comercial e crescimento previsível orientado por dados. Publicitário e jornalista, atua como consultor estratégico e mentor de negócios para empresas e líderes que tratam comunicação como decisão de negócio.

Em tempos de Coronavírus empresas de diversos setores estão se preparando para as incertezas que rondam o mercado global.

Como já dizia o ditado, “alguns escolhem chorar, outros vender lenços”, e é assim que muitos pequenos e médios empresários, digitais e off-line, mas que de alguma forma utilizam o Marketing Digital para atração de clientes, estão se aproveitando deste momento, vendendo lenço.

Vou explicar!

Quando há muitas empresas disputando um público no mercado, atingir, impactar este público se torna cada vez mais caro, o CPM (custo por mil), CPC (custo por clique) e o CPV (custo por visualização) são disputados “a tapa” ou melhor “a grana”.

Agora imagine um cenário onde os grandes players estão segurando grandes investimentos, neste caso falo de milhões e milhões de dólares, menos dinheiro investido, mais barato atingir o público alvo final.

A loja da avenida não terá que disputar investimento com a Renner, o restaurante local não terá o MC Donalds investindo milhões e milhões para impactar o mesmo consumidor dele, o que automaticamente torna o custo menor para o pequeno e médio.

Números de fato

Já há um grande movimento para a compra on-line de todo tipo de produto e serviço, alavancado ainda mais por esta crise onde evitar aglomerações é a melhor forma de prevenção.

Dados preliminares da Quantum Metric mostram que o comércio eletrônico nos EUA, em comparação às lojas físicas, registrou um aumento médio na taxa de crescimento receita semanal de 52% em relação ao mesmo período de 2019.

Na mesma comparação, considerou um aumento de 8,8% nas taxas de conversão. As conclusões da empresa baseiam-se em mais de 5 bilhões de visitas a sites de revendedores — incluindo acesso mobile — entre 1º de janeiro e 29 de fevereiro de 2020.

Em um relatório recente, a Nielsen projetou um crescimento significativo das “famílias omnichannel” nos próximos cinco anos. Enquanto os varejistas costumam ver o mundo através de uma lente bifurcada (online versus offline), os consumidores são “omnichannel” há muito tempo: usando a Internet para tomar decisões de compra offline. Hoje, eles geralmente se importam menos com o canal específico.

Embora tenhamos que esperar e ver quanto choque o Coronavírus causará à economia, este não é um momento de hesitação ou uma abordagem de “esperar para ver”. Os varejistas precisarão utilizar (e alavancar) todos os seus ativos para estimular e sustentar a demanda dos consumidores.

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